FACIM EDIÇÃO 2015



- Presidente da República desafia o sector privado a apostar na Agricultura.


-Crescimento econômico crie melhorias visíveis no bem-estar da população e a redução das desigualdades sociais- defendeu o PR.

-Quarta feira as atenções estavam centradas ao Stand da Província de Sofala que devera contar com a presença da governadora Maria Helena Taipo. 



O Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou o sector privado a apostar na agricultura. Filipe Nyusi lançou o repto a margem da abertura oficial da 51 edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que decorre de 31 de Agosto a 6 de setembro corrente ano, em ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo.
Felipe Nyusi-Presidente da República
-"Queremos aproveitar esta ocasião, mais uma vez, para recomendar o sector privado, para que aposte ainda mais nas actividades económicas tradicionais como a agricultura, a agro-indústria, a Pecuária a Pesca" -disse ajuntando pretender, com isso. Promover as áreas rurais.
Filipe Nyusi sublinhou a necessidade de o empresariado agregar valor as matérias-primas produzidas no pais, numa clara alusão a intervenção ao nível da sua cadeia de valor, numa perspectiva de geração de empregos.

Para Filipe Nyusi, o empresariado deve identificar mecanismos financeiros apropriados para promoção da Agricultura e Pescas, o financiamento de jovens e mulheres empreendedores e o apoio MULTIFORMEAS Pequenas e medias empresas.
Mais do que isso. Filipe Nyusi considera que o empresariado deve incentivar o movimento corporativo e associativo de base económica, ganhando massa, estimulando economias de escala solucionando problemas que se mostrem difíceis de resolver isoladamente.

A promoção da exportação mereceu destaque de Filipe Nyusi. Segundo afirmou, permite tirar vantagens das oportunidades d mercados criados pelo sistema comercial multilátero. "Diversifique-se a base e o destino das exportações, identificando novos e melhores mercados e colaborar no esforço da formalização do sector informal “-referiu anotando que o governo continuara apostando na melhoria do ambiente de negócios no pais, numa clara demonstração ao alargamento das facilidades e dos incentivos ao empresariado nacional e estrangeiro.
Para consubstanciar, Filipe Nyusi, elencou melhorias introduzidas no dialogo entre o executivo e o sector privado. "Acreditamos que vai trazer novo folego a parceria existente, galvanizar o papel do sector privado como digno campeão do desenvolvimento económico e agente criador de emprego".
Fazendo uma projeção sobre os recurso naturais, Filipe Nyusi, afincou que o governo continuara empenhado na busca de uma visão e abordagens criativas para tornar os recurso naturais a força motriz da transformação económica e social sustentável e promoção da industrialização em Moçambique.
De mais a mais, o chefe do estado, qualifica à FACIM como o termómetro que marca o pulsar da "nossa economia" refletindo, a escala. Nacional, o esforço abnegado dos Moçambicanos rumo a conquista da sua independência económica.
Tanto quanto se sabe, a FACIM 2015, conta com a participação de aproximadamente 3000 expositores nacionais e estrangeiros contra os 2600 do ano ido, sendo que, aproximadamente 31 países, mais 5 países que o ano passado, estão expondo no solo pátrio os seus produtos.

Do ponto de vista de participação de empresas nacionais, na FACIM 2015, a cifra é de 2.550 empresas contra 1.975 do ano passado, onde a área da infraestrutura da feira totaliza 47 mil metros quadrados.

Conexo a isso, calcula-se que, na edição da feira iniciada no domingo, 84.900 pessoas visitem a feira, contra 84. 605 de 2014.

Em comunicação recente o presidente do conselho de administração do Instituto de Promoção de Exportações em Moçambique (IPEX), João Macaringue, classifica que a participação estrangeira mostra o nível de aceitação que a FACIM granjeia tanto a nível da África Austral bem assim do mundo.
Refira-se que espera-se que vários acordos sejam assinados no decorrer da feira.

 

PROIRRI MANICA FAZ BALANÇO DAS ACTIVIDADES E DISCUTE PLANO DO 2º SEMESTRE DE 2015



VANDUZI EM REUNIÃO DO COMITÉ TÉCNICO PROVINCIAL

Cerca de 50 membros do Comité Técnico Provincial (CTP) do Projecto de Desenvolvimento de Irrigação Sustentável (PROIRRI) de Manica estão, neste momento, reunidos, em Vanduzi, a discutirem o grau de implementação do Projecto.
Em cima da mesa está a apresentação do balanço das actividades do 1º semestre e o plano de actividades do 2º semestre do corrente ano.
Trata-se da 1ª reunião do género, para o presente ano, porquanto o PROIRRI se debateu com problemas, na sequência da morte do seu coordenador de campo, Lemos António Chalulo.
produção de repolho por contrato para companhia de Vanduzi
À semelhança do PROIRRI, os parceiros da implementação e provedores de serviços (BAGC e ISP-Hortícolas) também estão na rota de apresentar o ponto de situação do seu desempenho.
Longe de se cumprir a rotina da realização desta reunião que é semestral, o encontro está sendo uma oportunidade para os participantes estarem a par do estágio da implementação do projecto, identificar os constrangimentos, congregar consensos e corrigir anomalias.
  
Parte do sistema de rega por gravidade
A CTP do PROIRRI-Manica foi precedida por uma visita de campo às associações do Campo 4 (rega por gravidade) e a de Munhanare (rega por aspersão e por hidrantes).

SP-Lucas Chichone
 Na sessão de abertura o secretário permanente do distrito, Lucas Chichone, em declarações aos participantes, frisou a necessidade de se alcançar os objectivos traçados de aumentar a produtividade.
Por seu turno, o coordenador de campo do PROIRRI Manica Leonardo Lucas Manhique, após fazer o arrolamento das actividades do 1º semestre, destacou o dimensionamento detalhado dos sistemas de irrigação para produtores de hortícolas e dos de contrato como principais actividades para o 2º semestre deste ano.

A par disso, Leonardo Manhique, não perdeu de vista a aquisição de equipamentos e a garantia da sua operacionalização e manutenção, bem assim, a implementação da estratégia de comunicação.
Eng. Leonardo Manhique - Coordenador de Campo Manica
Num outro desenvolvimento, Leonardo Manhique, apontou como constrangimentos a lentidão na construção dos regadios e a desonestidade de alguns empreiteiros.
Leonardo Manhique deixa desafios. “Precisamos, após terminar a construção dos sistemas de rega, capacitar os produtores sobre a gestão dos mesmos sistemas ”-disse ajuntando, paralelamente á isso, a observância das salvaguardas ambientais e sociais das comunidades.
Como se não bastasse, o interlocutor precisou como orçamento indicativo, para suportar o plano, o montante estimando em 13.266.680.00 USD.
Refira-se que o encontro analisou, igualmente, aspectos ligados aos preparativos da Missão Conjunta MASA/Banco Mundial em Setembro Próximo.

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