- Presidente
da República desafia o sector privado a apostar na Agricultura.
-Crescimento econômico crie melhorias visíveis no bem-estar da população e a redução das
desigualdades sociais- defendeu o PR.
-Quarta
feira as atenções estavam centradas ao Stand da Província de Sofala que devera
contar com a presença da governadora Maria Helena Taipo.
O
Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou o sector privado a apostar na
agricultura. Filipe Nyusi lançou o repto a margem da abertura oficial da 51 edição
da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que decorre de 31 de Agosto a 6 de
setembro corrente ano, em ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo.
-"Queremos aproveitar esta ocasião,
mais uma vez, para recomendar o sector privado, para que aposte ainda mais nas
actividades económicas tradicionais como a agricultura, a agro-indústria, a Pecuária
a Pesca" -disse ajuntando pretender, com isso. Promover as áreas
rurais.
Filipe Nyusi sublinhou a necessidade de o empresariado agregar valor as matérias-primas produzidas no pais, numa clara alusão a intervenção ao nível da sua cadeia de valor, numa perspectiva de geração de empregos.
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| Felipe Nyusi-Presidente da República |
Filipe Nyusi sublinhou a necessidade de o empresariado agregar valor as matérias-primas produzidas no pais, numa clara alusão a intervenção ao nível da sua cadeia de valor, numa perspectiva de geração de empregos.
Para
Filipe Nyusi, o empresariado deve identificar mecanismos financeiros
apropriados para promoção da Agricultura e Pescas, o financiamento de jovens e mulheres
empreendedores e o apoio MULTIFORMEAS Pequenas e medias empresas.
Mais do que isso. Filipe Nyusi considera que o empresariado deve incentivar o movimento corporativo e associativo de base económica, ganhando massa, estimulando economias de escala solucionando problemas que se mostrem difíceis de resolver isoladamente.
Mais do que isso. Filipe Nyusi considera que o empresariado deve incentivar o movimento corporativo e associativo de base económica, ganhando massa, estimulando economias de escala solucionando problemas que se mostrem difíceis de resolver isoladamente.
A promoção da exportação mereceu destaque de Filipe Nyusi. Segundo afirmou, permite tirar vantagens das oportunidades d mercados criados pelo sistema comercial multilátero. "Diversifique-se a base e o destino das exportações, identificando novos e melhores mercados e colaborar no esforço da formalização do sector informal “-referiu anotando que o governo continuara apostando na melhoria do ambiente de negócios no pais, numa clara demonstração ao alargamento das facilidades e dos incentivos ao empresariado nacional e estrangeiro.
Para consubstanciar, Filipe Nyusi, elencou melhorias introduzidas no dialogo entre o executivo e o sector privado. "Acreditamos que vai trazer novo folego a parceria existente, galvanizar o papel do sector privado como digno campeão do desenvolvimento económico e agente criador de emprego".
Fazendo uma projeção sobre os recurso naturais, Filipe Nyusi, afincou que o governo continuara empenhado na busca de uma visão e abordagens criativas para tornar os recurso naturais a força motriz da transformação económica e social sustentável e promoção da industrialização em Moçambique.
De mais a mais, o chefe do estado, qualifica à FACIM como o termómetro que marca o pulsar da "nossa economia" refletindo, a escala. Nacional, o esforço abnegado dos Moçambicanos rumo a conquista da sua independência económica.
Tanto quanto se sabe, a FACIM 2015, conta com a participação de aproximadamente 3000 expositores nacionais e estrangeiros contra os 2600 do ano ido, sendo que, aproximadamente 31 países, mais 5 países que o ano passado, estão expondo no solo pátrio os seus produtos.
Do
ponto de vista de participação de empresas nacionais, na FACIM 2015, a cifra é
de 2.550 empresas contra 1.975 do ano passado, onde a área da infraestrutura da
feira totaliza 47 mil metros quadrados.
Conexo
a isso, calcula-se que, na edição da feira iniciada no domingo, 84.900 pessoas
visitem a feira, contra 84. 605 de 2014.
Em
comunicação recente o presidente do conselho de administração do Instituto de Promoção
de Exportações em Moçambique (IPEX), João Macaringue, classifica que a participação
estrangeira mostra o nível de aceitação que a FACIM granjeia tanto a nível da África Austral bem assim do mundo.
Refira-se que espera-se que vários acordos sejam assinados no decorrer da feira.
Refira-se que espera-se que vários acordos sejam assinados no decorrer da feira.

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