Técnicos dos SPERs analisam estágio da Agricultura de conservação em Sofala

Em seminário de reflexão

  1. Ø  O encontro definiu que cada técnico deve ter um produtor com um campo com SAC.
  2. Ø  Traçada estratégia para reposicionar Sofala como província de referência no SAC.
As mudanças climáticas imperam uma nova forma de estar na agricultura. Há uma década e meia a época chuvosa alterou-se e compromete e, de que maneira, o calendário agrícola, sendo que, ademais, chove pouco e em diminuto tempo. O cenário condiciona o sector de agricultura a encontrar formas sustentáveis de praticar a agricultura, sob pena de anunciar o adevento da fome e da alta de preços dos alimentos. 
O estágio da implementação do Sistema de Agricultura de Conservação (SAC) esteve em debate num encontro de reflexão, no distrito do Dondo, entre os dias 15 `a 19 de Dezembro último envolvendo dois técnicos de cada distrito, entre eles, um supervisor e um extensionista a critério do distrito.
Como quebra-gelo foi exibido um documentário sobre a implementação do SAC em Sofala, em que muitos dos técnicos se viram reflectidos por conta do impacto que a tecnologia trouxe, tanto na minimização das operações culturais, racionalização da mão da obra e da água, como alguns dos rendimentos obtidos nas safras da vigência do SAC.
O curso foi financiado pelo Projecto de Apoio ao Sector Familiar (PASF) e enquadra-se no âmbito de estimular a continuidade das boas práticas do SAC na qualidade de ser a província pioneira a implementar a tecnologia.
O curso analisou a implementação do SAC em todos distritos desde 2002, a apresentou Experiências de Sofala na Seminário Nacional sobre Agricultura de Conservação e no Congresso mundial sobre o assunto (em Nairobi), em 2006 e 2007 respectivamente; Apreciou a contribuição de Sofala para o surgimento do projecto nacional denominado Promoção da Agricultura de Conservação (PROMAC), financiado pela Embaixada da Noruega.  
Sem reticencias, o consultor olha com optimismo a re-implementação da agricultura de conservação e coloca a sagacidade nas mãos dos técnicos. “ se visitar alguns distritos, vai encontrar algumas práticas do sistema…há um bom número de camponeses que já não queima…eles próprios falam de distúrbios mínimos”-afirmou José Paulo Cristiano Taimo, chamando a necessidade de a província capitalizar o conhecimento que existe nos produtores e técnicos e promover trocas de experiencias, juntando a voz dos pregam que Sofala tem potencialidades para figurar na lista das províncias que melhor abordaram a umbrella da tecnologia.
Faceta ilustrando parte dos  citação.
Para Cristiano Taimo o resgate do SAC passa por Levantar a motivação tantos dos técnicos como dos produtores; Encorajar os produtores a fazerem um pouco mais sobre o sistema; Diminuir a timidez e3 implementar o sistema com os meios que os produtores tem. “(…) não com insumos externos…a matraca pode ser substituída por um pau para parcelas pequenas”.
Instado a fazer uma analise comparativa, Cristiano Taimo vincou que o SAC promove o equilíbrio e a regenera,c~ao do solo, ao passo que no sistema traqdicional a fertilidade do solo tende a declinar com o tempo, tanto é que, há falta de equilíbrio nos diferentes componentes (químicos, físicos e biológicos) do solo.
Falando em números Cristiano Taimo frisa que as experiencias que se fizeram ate ao momento mostram rendimentos de 305 para cima em todas culturas, sendo que, se se continuar com o sistema, os rendimentos tendem a duplicar, principalmente, em hortícolas. “um sistema bem montado permite manter o solo a produzir todo o ano. Numa única actividade de preparação do solo colhe 2/3 culturas ”-consubstanciou.
Faceta ilustrando parte dos  citação.
Por seu turno, o chefe dos Serviços Provinciais de Extensão Rural, eng. Armando Dique Camissa, desafiou os técnicos participantes a terem produtores com pelo menos um campo de agricultura de conservação ou que, no âmbito do Programa Integrado de Transferência de Tecnologias Agrárias (PITTA - um extensionistas, um ha) tenham campos. “se conseguíssemos ter 26 campos de PITTA já seria bom”-disse convidando os técnicos a rever os planos do PITTA usando SAC.
De mais a mais, Dique Camissa apelou os participantes para serem portadores das conclusões dos assuntos discutidos e ao país que são experientes no âmbito da estratégia interministerial de resposta às mudanças climáticas em curso no país.
O curso terminou com a realização de um dia de campo ainda no Dondo.

 

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