FAO AVALIA NA BEIRA A IMPLEMENTAÇÃO DO CURRÍCULO ADAPTADO AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMCS

PARTICIPAÇÃO DE MANICA, SOFALA, TETE E GAZA
  • Em perspectiva, para alem das 60, a abertura de mais 120 EMCs na segunda época da presente safra agrária.

Um exercício de avaliação e validação do currículo adaptado às mudanças climáticas na Escola na Machamba do Camponês (EMC) esta sendo feito na Beira, que inicio ontem e termina hoje.
No exercício participam técnicos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), representantes da Direcção Nacional de Extensão Agraria (DNEA), técnicos das Direcções Provinciais de Agricultura e Segurança Alimentar (DPASAs) de Manica, Sofala, Tete e Gaza, onde o projecto actua, e facilitadores mestres das EMCs.
Pedro Luís Simpson -  coordenador do Projecto
 das mudanças climáticas,
A avaliação decorre da implementação do currículo adaptado às mudanças climáticas nas EMCs, na presente campanha agraria, formulado no segundo semestre do ano passado, com foco inicial de beneficiar 60 EMCs nas quatro províncias.
Em declarações ao boletim “Machamba” e ao blogue da DPASA-Sofala, Pedro Luís Simpson, coordenador do Projecto das mudanças climáticas, para já faz um balanço positivo a julgar pelos resultados, quanto a si positivos, na componente de adoção de práticas de adaptação às mudanças climáticas.
-“Hoje estamos a avaliar o nível de adoção das práticas na EMCs”-afirmou ressaltando propiciar a identificação de dificuldades e encontrar mecanismo de superação dos mesmos.
Como se não bastasse, Pedro Simpson sublinhou a importância de elencar as lições aprendidas de boas práticas que podem ser replicadas as outras EMCs. “Em paralelo, a avaliação vai permitir que o currículo seja melhorado e sirva de um momento de validação do mesmo, e alimenta a planificação para as próximas campanhas agrárias ”-disse.
Armando Dique CamissaChefe do Departamento Provincial de Extensão Rural,
,
A fonte aproveitou a ocasião para anunciar a inclusão de mais 120 EMCs, como beneficiárias do projecto, na segunda época da presente safra agraria, perfazendo 180 EMCs, em termos redondos, o número de escolas beneficiarias.
Intervindo na ocasião, o chefe do Departamento Provincial de Extensão Rural, Armando Dique Camissa, apelou os participantes para colocarem toda a sua inteligência no enriquecimento das discussões. “Precisamos melhorar as condições de vida dos produtores ”-referiu saudando todo o esforço da FAO na disponibilização de recursos para a materialização do projecto.
De referir que a avaliação do currículo se insere num projecto denominado Reforço das capacidades dos produtores agrícolas para lidar com as mudanças climáticas no sentido de aumentar a segurança alimentar através da abordagem da EMC, financiado pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF).

A DIRECÇÃO PROVINCIAL DE AGRICULTURA E SEGURANÇA ALIMENTAR REÚNE-SE EM IIº FÓRUM DE DIALOGO DO PASF


A Direção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar de Sofala esteve reunida no último dia 18 de Dezembro corrente, na Beira, em seu segundo Fórum de Dialogo do Projecto de Promoção da Produtividade Agrícola de Pequenos Produtores (PASF) na província de Sofala, uma contribuição do Governo da Áustria para a melhoria da intervenção do sector agrário no desenvolvimento da província, em particular, e do Pais, em geral.

A DIRECÇÃO PROVINCIAL DE AGRICULTURA E SEGURANÇA ALIMENTAR REÚNE-SE EM IIº FÓRUM DE DIALOGO DO PASF

ALCANCE DAS METAS DA CAMPANHA AGRARIA 2017/18
Texto: Paulino Paulene                                                                                                                   
A Direção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar de Sofala esteve reunida no último dia 18 de Dezembro corrente, na Beira, em seu segundo Fórum de Dialogo do Projecto de Promoção da Produtividade Agrícola de Pequenos Produtores (PASF) na província de Sofala, uma contribuição do Governo da Áustria para a melhoria da intervenção do sector agrário no desenvolvimento da província, em particular, e do Pais, em geral.
O encontro junta representantes de algumas direcções provinciais, dos SDAEs, chefes de serviços, quadros de craveira nacional do MASA e da Cooperação Austríaca e técnicos de diversas áreas.
A realização do encontro ocorre num altura em que o governo da província, na sua sessão ordinária, realizada no dia 22 de Novembro corrente, apreciou o desempenho do PASF e recomendou a integração de outros sectores provinciais que se associam a produção, nomeadamente a Comercialização, Obras publicas e Energia de modo a lograr sucessos nas acções planificadas. Trata se de discussão de um novo conceito vulgo NEXUS.
Adérito Salvador Mavie, director provincial da Agricultura e
 Segurança Alimentar de Sofala
Falando na sessão de abertura, Adérito Salvador Mavie, director provincial da Agricultura e Segurança Alimentar de Sofala, sublinha, desde logo, que a contribuição da Áustria no PES 2018, no valor de 1.400 mil euros para a campanha agraria 2017/18, sobretudo na componente investimento, é determinante para o alcance das metas, porquanto a província se propõe a produzir um total de 2,831, 392 ton de culturas alimentares diversas, numa área de 883, 968 ha, representando um crescimento de 10.7 porcento em relação a campanha agraria 2016/17.
Olhando para as projecções comparativas a contribuição no investimento aos PES, Adérito Mavie revelou que para a 2017 a contribuição da Áustria esteve na ordem de 63 porcento no investimento, ao mesmo tempo que faz fé que em 2018 a contribuição da Áustria esteja acima de 70%.
_ “Não há duvidas que estamos perante um bom parceiro”- disse Adérito Mavie ressaltando que o actual Fórum de Dialogo do PASF sirva para cimentar a parceria através de um alinhamento que permitirá consolidar o entendimento por mais e longos anos.
Humbert Neuwirth, -Conselheiro da Cooperação Austríaca
para o Desenvolvimento, em Moçambique,
Adérito Mavie, a dado passo, não perdeu de vista o compromisso assumido como gestor para o alcance de resultados satisfatórios com a intervenção da Áustria na materialização do Plano Economico e Social.
Por seu turno, Humbert Neuwirth, conselheiro da Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento, em Moçambique, destaca a pertinência de a intervenção da Áustria se traduzir em resultados concretos no terreno. “Este fundo da Áustria tem que fazer diferença em Sofala” - afirmou observando não servir para trabalhos de rotina mas deve focalizar a integração de outros sectores corelacionados com a produção agraria.
João Oliveira - Administrador do distrito da Beira
Como se não bastasse, João Oliveira, administrador do distrito da Beira, falando na qualidade de anfitrião, qualificou a intervenção da Áustria como um exemplo de contrapeso e confiança a um governo comprometido com o bem-estar da população, numa clara alusão aos países que retiraram a injecção financeira ao Orçamento do Estado.
De mais a mais, João Oliveira apelou para a uma gestão criteriosa no uso dos fundos da Cooperação Austríaca. “Queremos que no fim do projecto seja possível ver a diferença que o projecto fez. O ponto de partida e de chegada do projecto” - rematou.
De salientar que no âmbito do PASF a província de Sofala elegeu 6 prioridades como seja a irrigação, produção local de sementes, aprovisionamento de insumos, transferência de tecnologias, produção intensiva de hortícolas e desenvolvimento institucional.

FAO FORMA EXTENSIONISTAS DE ONGS DE MANICA E SOFALA EM EMCS NA BEIRA

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) iniciou ontem o processo de formação de 6O extensionistas de Organizações Não Governamentais (ONGs) e dos distritos onde a abordagem das EMCs não está sendo implementada das províncias de Manica e Sofala sobre a incorporação do enfoque de adaptação as mudanças climáticas na metodologia da Escola na Machamba do Camponês (EMCs).
Trata-se do prolongamento de uma acção metodológica usada pela extensão rural pública que serve para aumentar o número de abrangência de famílias camponesas assistidas através de grupos e consequente adopção de tecnologias.
 Eng. Armando Dique Camissa - Chefe do
Departamento Provincial de Extensão Rural,
O treinamento se enquadra no âmbito do projecto Reforço das capacidades dos produtores agrícolas para lidar com as mudanças climáticas no sentido de aumentar a segurança alimentar através das EMCs.
Intervindo na sessão de abertura, o chefe do Departamento Provincial de Extensão Rural, eng. Armando Dique Camissa, sublinhou a importância do treinamento qualificando-o de vector de convergência de mudanças porquanto vai permitir melhorar conjuntamente o desempenho de ambas equipes de extensão pública e privada.
-“Este treinamento serve para falarmos a mesma linguagem junto dos produtores que ambos assistimos”-explicou Dique Camissa chamando a evidência a convivência com as mudanças climáticas na face da terra.
Por seu turno, o facilitador da FAO para Manica e Sofala, eng. Roide Torres, discursando na qualidade de agência financiadora vincou que, se pretende com o evento treinar os extensionistas na metodologia de EMCs e nos módulos de adaptação às mudanças climáticas para que possam abordar as matérias na assistência às famílias camponesas.
Eng. Roide Torres facilitador da FAO para Manica e Sofala
-“Com isso esperamos promover as tecnologias, enfoques de experimentação e ferramentas de aprendizagem durante a campanha agrária 2017/18”-declarou prosperando ver dominado o plano de implementação das medidas de adaptação climáticas nas EMCs.
Entre os temas e actividades a serem ministrados e realizados figuram a contextualização do projecto FAO, a metodologia de EMC, as mudanças climáticas e o seu impacto na agricultura, sistematização e apresentação da Análise do Sistema Agro- Ecológico (ASAE) e o dia campo para dar feição de cunho de práticas.
De referir que no âmbito do projecto (GCP/MOZ/112/LDF) foi desenhada uma estratégia em Abril deste ano para integrar o enfoque de adaptação às mudanças climáticas nas EMCs.
Alguns Extensionista que Participam no Treinamento
Como parte da estratégia, quanto se sabe, realizou-se um levantamento dos riscos e vulnerabilidades climáticas em comunidades rurais das províncias de Gaza, Sofala, Manica e Tete, bem assim um plano de adaptação das EMCs através da aplicação de um processo participativo. 

FAO MONTA 4 SISTEMAS DE REGA GOTA A GOTA EM CHEMBA

PRODUÇÃO DE SEMENTE E DE COMIDA
O distrito de Chemba, norte da província de Sofala, está em estado de graça no que a capacidade de produção diz respeito, por conta de a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), ter instalado no dia 1 de Outubro corrente, 4 sistemas de rega gota à gota, para igual número de beneficiários, na vila sede.
Trata-se de uma lufada de ar fresco para o distrito que, a semelhança de outros como Machanga, Chibabava, Muanza reclamam a injeção financeira de parceiros do sector agrário naqueles distritos.

Os sistemas, ora montados e entregues pela PROCAMPO, empresa que ganhou o concurso, aos produtores, se enquadra no âmbito da emergência da FAO e tem como objectivos a multiplicação da semente de milho (variedade ZM523), já semeada, e para a produção de comida para as comunidades camponesas.
Para coroar o esplendor desejado ao programa, a FAO forneceu aos produtores, em Junho último, 6100 kg de milho, 300kg de abobora, 6kg de quiabo e 14.4 ton de adubos.
Cada um dos sistemas de rega gota à gota, ora em funcionamento, tem a capacidade de irrigar 1 ha, onde a produção esperada, em termos de rendimento, e de 4 ton/ha, perfazendo em termos redondos uma produção de 16 ton de semente de milho.
De resto, os sistemas de rega beneficiam a duas associações e a dois produtores privados, ambos da vila sede do distrito, sendo que, o programa todo de emergência beneficia 3000 famílias camponesas.

Dr. Filipe Saize - facilitador do programa
de emergência da FAO em Chemba, 
Em declarações a reportagem do boletim "Machamba" e do blogue da DPASA Sofala, o facilitador do programa de emergência da FAO em Chemba, Dr. Filipe Saize, assevera que, com a intervenção da FAO "esta resolvida a produção de semente e de comida" para os produtores em toda época do ano.
-"Criamos condições para os produtores produzirem localmente a semente de milho. Não são poucas as vezes que os produtores adquirem a semente depois da época das sementeiras passar “-disse Filipe Saize para quem os sistemas de rega vão mitigar os efeitos da estiagem e empoderar os produtores na produção local de sementes.
Ao que a reportagem do boletim "Machamba" e o blog da DPASA apuraram, cada sistema de rega compreende um motobomba a diesel, um tanque reservatório e todo o lote de linhas de irrigação.
E, como que a colocar a cereja no bolo, tendo em consideração o clima semi-árido de Chemba, o programa introduziu o Sistema de Agricultura de Conservação (SAC) para mitigar os efeitos da estiagem e preservar o ambiente.
Com efeito, o programa apoiou os Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAEs) de Chemba com kits do SAC, nomeadamente, com 470 unidades cada de matracas, pares de botas, pulverizadores, mascaras, pares de fato-macaco e herbicida pós-emergente (glifosato).
Campo com sistema de rega montado

De referir que a entrega dos sistemas de rega foi precedida por um treinamento, organizado pela FAO, a seis extensionistas em SAC e em multiplicação de sementes.

FAO SOCIALIZA COM PRODUTORES EM SOFALA A EXISTÊNCIA DA LAGARTA DE FUNIL DO MILHO

PREPARAÇÃO DA CAMPANHA AGRARIA 2017/18
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) socializou com os produtores de Sofala, no passado dia 18 de Outubro corrente, mormente os do Vale do Rio Púnguè, distrito do Dondo, a existência da lagarta de funil do milho, de seu nome científico spodoptera frujiperda, uma peste nova e perigosa, em termos de danos, diagnosticada em Fevereiro deste ano no Pais.
A socialização da existência da praga ocorre numa altura em que inicia a campanha agrária 2017/18 em todo o Pais e visa preparar os produtores para qualquer eventualidade da eclosão da lagarta de funil do milho, no sentido de reduzir o impacto que possa trazer na segurança alimentar das famílias camponesas.
Com efeito, os diferentes produtores do Vale do Rio Púnguè se apropriaram do conhecimento sobre o ciclo de vida, o período de danos, o comportamento canibalístico e os cuidados a ter com lagarta de funil do milho.
Presença da Lagarta do Funil de Milho
Durante a Visita de Campo  - Rio Púnguè
Paralelamente, os produtores interagiram, em trabalho de campo, com os técnicos extensionistas e da FAO, entomologistas do Instituto de Investigação Agronómica de Moçambique (IIAM), do Malawi, Zâmbia, Zimbabwe e da República da África do Sul que participavam num treinamento na Beira sobre medidas de mitigação da lagarta de funil do milho, o qual permitiu passar o conhecimento da investigação para os extensionistas, desenhar medidas de adaptação climática a serem inseridas no currículo das Escolas na Machamba do Camponês (EMCs), partilhar experiencias com especialistas dos países da SADC que ja foram assolados pela peste, entre outros aspectos.
Como se não bastasse, o ponto mais alto da visita de campo foi a realização da Análise do Sistema Agro- Ecológico (ASAE) que consistiu na observação de campo, recolha e análise de dados, discussão e produção de recomendações.
Para uma maior organização, a equipe foi dividida em 3 grupos onde cada grupo teve a oportunidade de escolher ou o sistema de pedrinhas (lançar 10 pedrinhas e marcar as plantas onde a pedrinha cai) ou o sistema de zigue-zague (marcando-se as plantas nas partes de mudança de direção de zigue-zague-1 planta em cada 10 passos), para a escolha das plantas para a observação, de acordo com o protocolo desenvolvido pela FAO.
Visita de Campo (ASAE) - Púngue
Para todos efeitos foram deixadas recomendações aos produtores para destruírem amostras de cada planta que tenha sintomas de danos típicos da lagarta de funil de milho ou broca de colmo, como seja massas de ovos nas folhas, folhas perfuradas ligeiramente consumidas pelas larvas recém-nascidas, danos na bandeira ou inflorescência, espigas danificadas.
A par disso, foi deixado como tpc o desenrole de folhas que formam o funil e verificação da presença de larvas, ao mesmo tempo que foi feita a apresentação da armadilha e a montagem de pheromona sexual.
Por seu lado, o representante da FAO em Moçambique, Castro Paulino Camarada, de visita a Sofala, deixou uma palavra de conforto aos produtores e prometeu apoia-los na mitigação dos efeitos da praga e das mudanças climáticas.
Castro Paulino Camarada -Representante FAO em Moçambique
-"Nos como FAO continuaremos a apoiar para que os efeitos dessa praga não cause prejuízos avultados nas vossas vidas" numa clara alusão a segurança alimentar-afirmou apontando a fixação de armadilhas e consequente montagem de pheromonas sexuais e do controlo biológico, mediante a utilização de parasitoides, das ditas "tesourinhas e joaninhas" consideradas inimigas naturais da lagarta de funil do milho, estratégia trazida pela investigação, mas que está a trazer resultados positivos em outros países.
A dado passo, Castro Camarada qualificou a segurança alimentar um desafio tanto para o governo quanto para a FAO. Falando com cifras na mão, Castro Camarada frisou que o Pais tem 24% da população em insegurança alimentar.
-"Temos em Moçambique 24% da população em insegurança alimentar “-referiu sublinhando a tendência ser gradualmente decrescente, para quem o Pais precisa fazer muito mais na irrigação e na gestão da água.
Trabalho de Campo no distrito de Dondo (Rio Púnguè)
Mais do que isso, Castro Camarada contextualizou o surgimento da nova peste do milho como sendo de natureza transfronteiriça, dai ter elevado a importância da fasquia da colaboração regional, que segundo afirmou, está a acontecer na partilha da informação e no uso de melhores práticas.
Na mesma ocasião, a fonte revelou que a FAO nos 4 distritos da província de Sofala, onde actua, está a investir 38 milhões de meticais para a implementação de vários projectos, dentre os mais quotados, figuram os do apoio a segurança alimentar e o de adaptação as mudanças climáticas, com média de vigência de 3 à 4 anos.
-"Nos temos dado apoio em vários aspectos. Trabalhamos muito na metodologia das EMCs, sementes de qualidade, acesso facilitado aos insumos agrários, acções pós-colheita “-elencou não perdendo de vista a campanha de vacinação contra a doença de newcastle, educação nutricional e divulgação de tecnologias que ajudam a mitigar o impacto das mudanças climáticas.
A FAO em sofala actua nos distritos de Nhamatanda, Buzi, Maringué e Gorongosa.

FUNCIONÁRIOS E PARCEIROS DO VALE DO ZAMBEZE CONFRATERNIZAM NA BEIRA

POR OCASIÃO DE MAIS UM ANIVERSÁRIO DO DIRECTOR GERAL
Funcionários e parceiros da Agencia de Desenvolvimento do Vale do Zambeze organizaram uma surpresa agradável ao director geral da organização pela passagem de mais um aniversário natalício.
Foi caso de cantar parabéns à aquele que dirige neste momento o Vale do Zambeze. Bolo e champagne foram os requintes que apimentaram a ocasião que revela o reflexo da união da família do Vale do Zambeze.
O director geral do Vale do Zambeze, Roberto Albino, agradeceu a iniciativa e garantiu que não irá se esquecer do gesto dos colegas. “Prometo que nunca irei esquecer isso que fizeram comigo ”-afirmou advertindo para que exemplos do género sejam extensivos para todos os colegas.
De referir que a confraternização decorreu no intervalo da reunião anual do Projecto NICHE MOZ 230 e da reunião do Comité do Conselho Consultivo do projecto, a qual, entre outros aspectos, debateu os tópicos da investigação por ação, apresentou o plano de implementação do projecto no seu terceiro ano.
Anterior Proxima Página inicial